PARTIDO DEFENSOR DO APARTHEID ANUNCIA FIM

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PARTIDO DEFENSOR DO APARTHEID ANUNCIA FIM


http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI507780-EI294,00.html

Sábado, 9 de abril de 2005, 23h06 

Acessado em 10/4/2005 08:27


Ø      O Novo Partido Nacional (NPN) anunciou que vai deixar de existir na África do Sul. O grupo é o sucessor do Partido Nacional (PN) que introduziu e manteve o regime apartheid na África do Sul por mais de 40 anos.

Ø      A decisão de acabar com o NPN foi tomada após uma derrota humilhante nas últimas eleições gerais no país.

O conselho federal do NPN decidiu por 88 votos contra dois que o grupo político será desativado.

Ø      O líder do partido, Marthinus van Schalkwyk, pediu desculpas pelos anos de segregação racial sob o apartheid, o qual classificou de "um sistema baseado na injustiça".

Ex-rival

No último pleito da África do Sul, o NPN obteve apenas 2% dos votos, o equivalente a sete cadeiras no Parlamento. O resultado desfavorável levou o partido a procurar o apoio de um ex-rival, o Congresso Nacional Africano (NCA), que venceu as primeiras eleições multirraciais após o fim do apartheid.

Van Schalkwyk, que é atualmente ministro do Meio Ambiente e do Turismo, disse que o fim do partido representa a contribuição do mesmo para finalmente exterminar a divisão da alma da África do Sul.

O Partido Nacional, que precedeu o NPN, chegou ao poder em 1948, mais de três décadas após a sua formação. O grupo comandou um sistema racista e opressor até 1994, quando eleições democráticas realizadas pelo último presidente do partido, Frederik de Klerk, levaram o PN a participar de um governo de partilha. Em 1996, no entanto, o grupo se retirou do acordo e formou uma aliança com o principal partido de oposição, O Democrata, que também não deu certo.

Desde então, o NNP tem enfrentado um verdadeiro caos político. O partido deixa de existir formalmente após as eleições regionais das quais não participará.

Fonte: BBC Brasil

 



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QUE É CIDADANIA

Cidadania é liberdade com responsabilidade e civilidade
construir para os infantius [1] “…
” é dever de dos construir para os infantius uma personalidade —

digna de admiração, não devem faltar as regras da disciplina, civilidade,
do respeito às atenções, a bôa disposição, o bôm humor, a solidariedade,
a lealdade, e o amor a verdade; estes são os alicerces que darão estabilidade
à estrutura moral do ser,”…

(72b, 17-23;73a,1)

…é dever de todos…
…. legar aos nossos sucessores uma tradição…
… capaz de melhorar e equilibrar os homens..
… e a sociedade…

… “os alicerces…

… que darão estabilidade à estrutura moral do ser”…

… “ as regras da disciplina…
… civilidade …
… do respeito às atenções…<etiqueta, boas maneiras>
… a bôa disposição… <tolerância>
… o bôm humor…
… a solidariedade…
… a lealdade…
… e o amor a verdade”…

2.2.23 – … ” nos deveres, como capoeirista”…

 

“Como penso eu nos deveres, como capoeirista é fazer cogitações, reclamar uma atitude, um gesto, a cada passo uma palavra que implique no comprimento do dever, sim, sem prejudicar, a moral do seus camaradas. e nem criar causo [2] ; ninguem deve subtrair-se<furtar-se a cumprir o dever> é prejuiso , é grande a finalidade da capoeira, seja justamente essa<a obrigação> prestada ao centro, e na academia; disciplinar, é executar uma serie de obrigações,<que> fazem parte integrante do regime da propria academia; cumprir o dever é ser honesto de si mesmo<consigo>: é respeitar-se a si proprio , e agir com conciencia esclarecida; todo o dever cumprido representa o resgate de uma obrigação; é um impulso para frente no sentido da evolução; “…

 

( 73b, 9-23)

 

…sem comentários!

2.2.24 – -… “responsabilidade”…

 

… ” cada capoeiristas responde pelo que é do seu dever, sabendo as responsabilidade com elas o dever, aumentam o seu crescimento do seu saber: o amigo antes de associa-se, [3] não compromeita [4] a produzir, mais do que permita sua capacidade; dentro de suas possibilidades, não vacile, em prometer sem reservas, deve ser ao seu alcance fazer; dai vem a razão de ser privinido , e estar sempre vigilante, sempre alerta, sempre atento em seus deveres, sempre convicto de cumprir ao centro, academia, e ao seu negocio particula [5] .”

 

( 73b, 23;74a,1-10)

 

… ” cada capoeiristas responde pelo que é do seu dever”…

 

 

… a consciência da responsabilidade…

 

… e do cumprimento do dever…

 

… conduzem ao crescimento pessoal…

 

… o compromisso de cada um…

 

… deve corresponder à capacidade de cada um….

 

 

… na “ academia ” …

 

… na atividade particular… 

2.2.52 – … “o mundo é a escola”…

 

“Os capoeirista tem que aprender, o mundo é a escola que nos aprendemos, é a natureza que nos dá prazer, procuramos os elementos de bôa vontade, que ofereça a lições para o bem-esta dos nosso interesse,

 

( 80b, 20-23;81a,1)

 

2.2.56 – … o dever é ser honesto de si mesmo””…

 

…” cumprir o dever é ser honesto de si mesmo, é respeitar-se a si proprio , é agir com conciencia esclarecida; todo o dever cumprido representa o resgate de uma obrigação. um impulso para frente no sentido da evolução;”…

 

( 82a, 16-21)

 

4.6.6 – … “é a mais amavel “…

 

…”A capoeira entre as lutas é a mais amavel que existe no mundo <que> Deus designou [6] fosse puro e belo:”…

 

( 93b, 3-6)

 

 

A Escola-Parque , inaugurada em 1950, procurava oferecer à criança uma educação integral , cuidando de sua alimentação, higiene, socialização, preparação para o trabalho e para a cidadania.

 

Nesta Escola, também as artes plásticas estavam incluídas, muitas vezes sob a orientação de artistas de renome, como, por exemplo, Caribé e Mário Cravo.

 

Sua importância para o ideal da cidadania está resumida na frase de Anísio Teixeira:

 

“Só existirá democracia no Brasil no dia em que se montar no país a máquina que prepara as democracias.

 

Essa máquina é a da escola pública”

Image

 

 

 

 


[1] Infantis, em referência à juventude

[2] Caso, problema

[3] Associar-se

[4] Não se comprometa

[5] Particular

[6] Desejou, destinou

… filosofia e poesia crioulas!


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turma-de-bimba-1

A ÉTICA ACADEMIA DE MESTRE BIMBA

O componente ético dos ensinamento do Mestre  Bimba na sua “academia” estava implícito na sua pedagogia, exemplificado pelo seu comportamento e posteriormente, na década de 50, por mim explicitado à guisa de “regulamento”, divulgado em quadro na parede oposta a entrada do salão.

 

Havia naquela época uma multiplicidade de conduta consoante os universos freqüentados pelos praticantes da regional: a) conduta dentro da academia e interpares; b) relacionamento com os grupamentos de capoeira não vinculados à “regional”; e finalmente, c) comportamento em contexto social  sem conexão com a capoeira, especialmente com a regional.

 

Não podemos estudar a ética do Mestre Bimba e dos seus primeiros seguidores, por ser esta um conjunto de regras de conduta num determinado  momento histórico e pertinente a um universo específico.

 

“Read More”

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O QUE É A ANISTIA INTERNACIONAL

http://www.dhnet.org.br/direitos/sip/grupos/ai/ai.html
 

31/3/2005 00:03

Acessado em 31/3/2005 00:03

Redação/Editoração/Formatação modificadas por AADF

Milhares de pessoas em todo o mundo estão presas pelas suas convicções. Muitas estão detidas sem acusação formal ou julgamento.

A tortura e a pena de morte são largamente utilizadas. Em muitos países, homens, mulheres e crianças "desapareceram" depois de terem sido oficialmente detidos. Outras pessoas foram assassinadas sem disfarce algum de legalidade: foram "escolhidas" e mortas por agentes dos seus próprios governos.

Tais abusos, que ocorrem em países das mais diferentes ideologias, exigem uma resposta internacional. A proteção dos Direitos Humanos é uma responsabilidade universal, que transcende os limites da nacionalidade, raça e ideologia. Esta é a crença fundamental em que se baseia o trabalho da Anistia Internacional.

sumário

O nosso mandato

Objetivos

Histórico

Como nasceu

Como funciona a AI no mundo

Como obtém informações

Como obtém recursos financeiros

Fins políticos

Resultados

Ajuda aos prisioneiros

Atuação em seu próprio país

Publicações

A AI no Brasil

O nosso mandato
 

A Anistia Internacional é um movimento mundial independente e, como tal, desempenha um papel muito específico na prevenção das violações de Direitos Humanos por parte dos governos. A organização, reconhecendo que os Direitos Humanos são indivisíveis e interdependentes, trabalha pela promoção de todos eles, especificados na Declaração Universal dos Direitos do Homem e em outros tratados internacionais adotados pelas Nações Unidas, como o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos.

A Anistia Internacional acredita que a proteção dos Direitos Humanos é uma responsabilidade internacional. Este princípio, aceito pela ONU e por outros organismos mundiais, significa que os governos são responsáveis perante a comunidade internacional pela proteção dos direitos dos seus próprios cidadãos. Esta responsabilidade inclui a aceitação do direito que têm as organizações internacionais de questionar atitudes e expressar sua preocupação quando os direitos da cidadania são violados pelo governo de qualquer país.

Objetivos

Obter a libertação imediata e incondicional de todos os prisioneiros de consciência, assim chamadas as pessoas encarceradas apenas pelas suas convicções, cor, sexo, origem étnica, idioma ou religião, que não tenham usado ou defendido o uso da violência.

Assegurar julgamentos rápidos e justos, de acordo com as normas internacionais, para todos os prisioneiros políticos, bem como a libertação de pessoas detidas sem acusação ou julgamento.

Abolir a tortura, os maus-tratos, as execuções judiciais e  extrajudiciais e o desaparecimento forçado de pessoas.

Histórico

Após os terríveis dias da Segunda Guerra Mundial, o conjunto de países reunido nas Nações Unidas elaborou e promulgou, a 10 de dezembro de 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Esse documento é um código de leis, destinado a proteger os direitos de todas as pessoas em todo o mundo: homens, mulheres, crianças, jovens e velhos, de qualquer raça, idioma, crença religiosa ou convicção política.

Essa Carta, que nos fala da cidadania universal, contém 30 artigos, que dizem respeito a nossos direitos econômicos, sociais e culturais, como o direito à alimentação, ao trabalho, à saúde e educação; assim como os direitos políticos, como o direito à vida, à liberdade e segurança pessoal, o direito de ir e vir, o direito à liberdade de expressão e pensamento, ao acesso à justiça, à defesa jurídica e o direito a julgamentos justos e tratamento adequado às pessoas que estão presas.

Apesar deste documento tão importante ter sido assinado por 150 nações, milhares de pessoas em todo o mundo estão presas por suas convicções.

Muitas estão detidas sem nenhuma acusação formal ou julgamento. A tortura e a pena de morte são largamente utilizadas.

Em muitos países, homens, mulheres e crianças "desapareceram", depois de detidos oficialmente.

Outras pessoas foram assassinadas, sem disfarce algum de legalidade: foram "escolhidas" e mortas por agentes de seu próprio governo.

Tais abusos – que ocorrem em países das mais diferentes ideologias – exigem uma resposta  internacional
 

A proteção dos Direitos Humanos é uma responsabilidade universal.

transcende os limites de nacionalidade, raça e ideologia.

  

Esta é a crença fundamental em que se baseia o trabalho da Anistia Internacional.
 

Como nasceu a Anistia Internacional?
 

A Anistia Internacional foi fundada pelo advogado inglês Peter Benenson.

Benenson leu uma notícia publicada na imprensa sobre dois estudantes portugueses, que haviam sido condenados a sete anos de prisão apenas por terem erguido um brinde à liberdade em um bar de Lisboa, durante a ditadura salazarista. Indignado, o advogado começou a pensar em formas de persuadir o governo português a libertar aqueles estudantes, e teve a idéia de bombardear as autoridades com cartas de protesto.

Para chamar a atenção da opinião pública sobre a situação dos presos políticos, Benenson e outros ativistas organizaram, em 1961, uma campanha com um ano de duração, a que deram o nome de "Apelo por Anistia".

 A campanha foi lançada através de um artigo intitulado "Os Prisioneiros Esquecidos", publicado em vários jornais do mundo no dia 28 de maio de 1961. Nesse artigo, pedia- se que os leitores protestassem, imparcial e pacificamente, contra o encarceramento de homens e mulheres somente porque sua ideologia ou religião não coincidia com a dos seus governantes. Essas pessoas passaram a ser chamadas de "prisioneiros de consciência", uma nova expressão acrescentada ao vocabulário humanitário internacional.

O artigo teve uma grande repercussão. Em um mês, mais de mil leitores haviam enviado cartas de apoio e ofertas de ajuda prática; também remeteram dados envolvendo casos de muitos outros prisioneiros de consciência.

Este viria a ser o motor propulsor da Anistia Internacional: a ação popular de inúmeras pessoas, "simples cidadãos" planetários.

Em conseqüência do apoio recebido, seis meses depois da publicação do seu artigo Benenson anunciou o passo seguinte.

Estava nascendo aquilo que viria a ser

a maior organização mundial de defesa dos Direitos Humanos.

Reconhecimento Internacional

Em 1977, a Anistia Internacional recebeu o Prêmio Nobel da Paz pela sua contribuição em "assegurar bases sólidas em favor da liberdade e da justiça e, portanto, a favor da paz no mundo". Por ocasião do 30º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos em 1978, a Anistia Internacional recebeu o Prêmio dos Direitos Humanos, das Nações Unidas, por "notáveis realizações no campo dos direitos humanos".

A Anistia Internacional no Mundo

A Anistia Internacional é uma organização constituída basicamente por voluntários e amplamente democrática – está aberta à participação de qualquer pessoa que compartilhe seus princípios e preocupações sobre Direitos Humanos. Seus membros trabalham sozinhos ou reúnem-se em grupos para empreender ações e promover campanhas em favor das vítimas de violações dos Direitos Humanos. Esses homens e mulheres assumem a dignificante tarefa de salvar vidas e defender vítimas do arbítrio e da omissão dos governos. O aspecto singular do trabalho dessas pessoas, que enfatiza o caráter internacional da sua atuação em prol dos Direitos Humanos, repousa no fato de que elas trabalham sempre em favor de vítimas estrangeiras, ou seja, de indivíduos nacionais
de países que não o seu.

Vários grupos e membros individuais da Anistia Internacional em um mesmo país podem constituir uma seção nacional da organização, com estatutos, diretrizes e planos elaborados, discutidos e aprovados em assembléias gerais.

O Comitê Executivo da seção, eleito nessas mesmas assembléias, é o órgão encarregado de implementar as decisões tomadas pelos membros individuais e grupos.

A nível internacional, esta estrutura se repete. As seções reúnem-se a cada dois anos em um conselho internacional, no qual são determinadas as áreas de atuação da Anistia Internacional, suas políticas, campanhas, plano de ação e orçamento. Na mesma ocasião, é eleito o Comitê Executivo Internacional, encarregado de implementar mundialmente as
decisões tomadas no conselho.

A organização conta ainda com um centro funcional em Londres – o Secretariado Internacional -, onde, a partir de informes preparados pelo Departamento de Investigação e de estudos conduzidos por comitês especializados, são elaborados todos os documentos de informação e de campanhas distribuídos às seções, grupos e membros. À frente do Secretariado Internacional, está o secretário-geral, que atua como porta-voz da Anistia e é o responsável pela gestão do dia-a-dia da organização.

Como a AnistiaI internacional obtém informações?

A Anistia Internacional dá grande importância à precisão e à imparcialidade no relato dos fatos.

As suas atividades dependem da averiguação minuciosa das denúncias de violações dos Direitos Humanos.

O Secretariado Internacional, cuja sede é em Londres, conta com 260 funcionários de 40 nacionalidades. Mantém um Departamento de Investigação que reúne e analisa informações procedentes de diversas fontes, incluindo centenas de jornais e revistas, relatórios governamentais, transcrição de comunicados radiofônicos, relatos de advogados e de organizações humanitárias, assim como cartas de prisioneiros e de seus familiares.

A Anistia Internacional também envia missões para avaliar situações in loco, observar julgamentos, avistar-se com prisioneiros e conversar com autoridades.

A Anistia Internacional assume completa responsabilidade pelos relatórios que publica.


Como a AnistiaI internacional obtém recursos financeiros?

A Anistia Internacional depende de contribuições individuais e das doações de seus membros e simpatizantes. A independência econômica é tão vital ao seu trabalho quanto a independência política.

As diretrizes estabelecidas para aceitação de fundos são rigorosas, de modo a não comprometer a integridade dos princípios pelos quais trabalha a não limitar a sua liberdade de ação.

A quase totalidade dos recursos financeiros do movimento provém de pequenas doações individuais, das contribuições de seus membros e das campanhas locais para arrecadação  de fundos. A Anistia Internacional não pede, e nem recebe, fundos de poderes públicos.

Fins políticos

A Anistia Internacional é imparcial.

Não apóia nem se opõe a qualquer governo ou sistema político.

Não apóia nem se opõe às opiniões dos prisioneiros, cujos direitos procura defender.

A sua única preocupação diz respeito à proteção dos Direitos Humanos que estão em jogo em cada caso, independentemente da ideologia do governo ou das convicções das vítimas.

Quais são os resultados da ação da AnistiaI internacional?

Ø      São Paulo, Brasil, noite do dia 15 de fevereiro de 1973. Homens fortemente armados invadem a residência de Luiz Basílio Rossi, professor de História do Brasil na Universidade de São Paulo e, sem nenhuma explicação, levam-no, desaparecendo com ele na escuridão.

o        O caso do professor paulista, seqüestrado por agentes do governo militar no meio da noite, transformou-se em uma ação urgente da Anistia Internacional.

Através dela, a organização solicitou aos seus membros em todo o mundo que pressionassem as autoridades brasileiras para salvar o professor da tortura, de um possível "desaparecimento" ou mesmo da morte.

Ø      Maria José, mulher de Luiz Basílio, que hoje é professor da Universidade de Brasília, diz que os militares a convocaram ao quartel antes de libertarem seu marido, e disseram-lhe:

o        "Seu esposo deve ser uma pessoa muito mais importante do que pensávamos, pois recebemos cartas em seu favor de todas as partes do mundo".

Mais de vinte anos depois, Maria José continua convencida de que;

Ø      "A pressão da Anistia foi fundamental para salvar Luiz de novas torturas e de algo pior.

o        O comandante do quartel me deu a impressão de que tanto ele quanto as demais autoridades encontravam-se submetidas a uma grande pressão por parte da Anistia Internacional, pressão suficiente para fazê-los apresentar um preso, mostrá-lo, porque estavam lhe dando muita publicidade. Além disso, nos alentava saber que havia pessoas de fora do Brasil que estavam a par dos acontecimentos, se preocupavam e estavam dispostos a fazer algo.

o        Isso nos proporcionou muito consolo e esperança. Minha família e eu nos sentíamos sós e assustados. A amabilidade de pessoas desconhecidas nos ajudou enormemente".

A organização converteu-se numa "conspiração da esperança", aberta a todos aqueles que dela desejam participar, atuando na defesa da dignidade humana.


A ANISTIA INTERNACIONAL, ao longo de quase quatro décadas, já deu mostras de que:
 


Pessoas comuns podem trabalhar juntas,

independentemente das suas convicções políticas,

com o objetivo de

pôr um fim aos abusos cometidos mundo afora pelas tiranias.

 

Que ajuda concreta recebem os prisioneiros?

A Anistia Internacional procura oferecer um auxílio concreto às pessoas que ajuda. Tanto a publicidade que promove em escala internacional, como a constante remessa de apelos são importantes para a segurança e mesmo para a saúde mental das vítimas.

As missões especiais da organização têm, com frequência, a oportunidade de avistar-se com prisioneiros; muitas vezes, profissionais da saúde que fazem parte dessas missões examinam vítimas de torturas.

Os grupos médicos da Anistia Internacional asseguram um melhor tratamento aos prisioneiros e, depois que eles são soltos, auxiliam na sua reabilitação. A constituição de um fundo financeiro permite enviar alimentos, roupas e outros tipos de ajuda, tanto para os prisioneiros como para suas famílias.

Como os membros da AI atuam em seu próprio país?

Os membros da Anistia Internacional trabalham muito por seus próprios países. Recebem denúncias de violações e as encaminham ao Secretariado Internacional para investigação, fazem pressão sobre seus governos pela elaboração e aprovação de leis avançadas no campo da cidadania, e promovem programas permanentes de educação para os direitos humanos junto a crianças, jovens, educadores, lideranças comunitárias e forças de segurança pública.

Publicações

As publicações da Anistia Internacional dão acesso a informações novas (quase sempre inéditas) a respeito de violações dos direitos humanos.

Boletim Informativo

É um relato mensal e atualizado das atividades do movimento. Apresenta resumos das missões especiais, dados sobre presos políticos e informes fidedignos sobre tortura e execuções.

Fornece informações imparciais aos militantes dos direitos humanos e conta, entre seus leitores, com jornalistas, líderes políticos, médicos, advogados e outros profissionais.

Relatório Anual

Este relatório fornece estudos, país por país, realizados pela AI na sua luta contra a prisão política, a tortura e a pena de morte em todo o mundo.

Trata da situação dos direitos humanos em pelo menos uma centena de países.

Além dessas publicações, a AI publica outros documentos e dossiês, sobre países ou acontecimentos específicos, em inglês, francês e castelhano.

Para adquiri-los, entre em contato conosco



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COMENTÁRIOS DE UMA HOLANDESA SOBRE O BRASIL

Encaminhado por vgradin@uol.com.br
Acessado em
24/3/2005 11:17

Redação/Editoração/Formatação modificadas por AADF

 

1.      Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil.

1.1.   Realmente parece que é um vício falar mal do Brasil.

2.      Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos

2.1.    No Exterior eles maximizam os positivos,

2.2.   No Brasil se maximizam os negativos.

3.      Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores por que não há nada automatizado.

3.1.   Só existe uma companhia telefônica e pasmem!…

3.1.1.      Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.

4.      Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo, ou de lavar as mãos antes de comer.

4.1.   Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e

4.1.1.      Com a mesma mão suja entregam o pão ou a carne.

5.      Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal e tem fila na porta!

6.      Na Europa, não-fumante é minoria.

6.1.   Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, por que não existe.

6.1.1.      Fumam até em elevador.

7.      Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria

7.1.   Qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de "Como conquistar o Cliente".

8.      Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo?

8.1.   Impõem suas crenças e cultura.

8.1.1.      Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece geralmente na hora em que estamos mais emocionados.

9.      Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa[1]

9.1.   Que as empresas de software a chamam de português brasileiro[2], por que não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da Língua Portuguesa.

Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc…

 

razões para resgatar suas raízes culturais[3]

Os brasileiros mais esclarecidos sabem que têm muitas se orgulharem de suas raízes culturais:

  1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
  2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
  3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
  4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral TRE, estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações.
    1. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
  5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
  6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
  7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
  8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.
  9. Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
  10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento.

10.1No México, são apenas 300 empresas e

10.1.1    265 na Argentina.

  1. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.

 

Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?

Por que não dizem:

1.      Que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?

2.      Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?

3.      Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?

4.      Que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?

5.      Que são a terceira maior democracia do mundo?

6.      Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?

7.      Que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?

8.      Que são um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando?

 

É!

O Brasil é um país abençoado!

 

Bendito este povo

que possui a magia de unir todas as raças

e

todos os credos!

 

Bendito este povo

que sabe entender todos os sotaques!

 

Bendito este povo

que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente!

 

Bendita seja

querida Pátria chamada Brasil!

 

por favor

Divulgue esta mensagem para o máximo de pessoas que você puder, assim talvez consigamos mudar o modo de pensar de cada brasileiro que, ao ler estas palavras, se orgulhará de ser BRASILEIRO!



[1] Grifo AADF

[2] Idem

[3] Os dados são da Antropos Consulting


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Água: Direito Humano Inalienável

Antonio Carlos de Mendes Thame[1]

http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=18512

24/03/2005

Acessado em 27/3/2005 09:54

Redação/Editoração/Formatação modificadas por AADF


O alerta tem sido repetido, cada vez com mais intensidade, no mundo inteiro:

Ø      a escassez de água é um dos maiores desafios do nosso século.

o        Parece mentira, já que ¾ do planeta são ocupados por água.

o        Só que é quase toda (97%) salgada e 2% formam as geleiras, inacessíveis.

§         Pior ainda: a exploração irracional da água doce dos rios, lagos e lençóis subterrâneos está ameaçando a magra fatia de 1% da água que pode ser usada pelo homem.

Hoje, mais de 70% da água doce utilizada no mundo vai para a agropecuária, ou seja para a produção de alimentos.

Em diversos países, depois de se chegar ao limite máximo de utilização da água superficial disponível, vem-se procurando usar a água subterrânea, através da perfuração de poços. O bombeamento é tamanho, que a água não se renova.

Como não se consegue regenerar toda a água retirada, os aqüíferos vêm sofrendo depleção e gerando rebaixamento do solo em muitas regiões. Somente na Índia, no norte da África , Arábia Saudita, Paquistão, Iêmen e México, retiram-se e não se renovam quase 200 bilhões de toneladas de água por ano.

É a água necessária para se produzir 200 milhões de toneladas de grãos, suficientes para alimentar aproximadamente 600 milhões de pessoas por um ano. Ou seja, mais de meio bilhão de pessoas consomem alimentos produzidos com água retirada do solo de forma insustentável, predatória.[2]

Como essa água não está sendo reposta, deixa de ser um bem natural renovável, infinito. Passa a ser um bem finito, cada vez mais escasso.[3]

Não é somente a água necessária para produzir alimentos que está no limite da exaustão. Falta água para beber.

O Projeto do Milênio, plano de ação para combater, a pobreza, a fome e doenças opressivas que afetam milhões de pessoas, lançado em 2002 pelas Nações Unidas, divulgou em janeiro passado seu último relatório, em que acusa a existência de mais de 1 bilhão de pessoas no mundo sem acesso à água potável e 2,6 bilhões (mais de 40% da população mundial ) sem coleta ou tratamento de esgoto, ou seja, sem saneamento básico.

E justamente esta ausência de saneamento é responsável não somente por mais de 80% da mortalidade infantil, como também pela ocupação de mais de 50% dos leitos dos hospitais brasileiros por pessoas acometidas de doenças de veiculação hídrica, ou seja, de enfermidades transmitidas pela água.

Na realidade, este imenso desastre, ao mesmo tempo ambiental e de saúde pública,  é fruto não somente do crescimento e adensamento populacional, mas também  do despejo indiscriminado de esgotos domésticos e industriais, dos lixões, do entulho jogado nas margens dos cursos d’água, da ocupação e impermeabilização das margens dos rios , do desmatamento irresponsável, deixando as águas inservíveis para consumo humano.

O item 42 do documento "ÁGUA, FONTE DE VIDA", da CAMPANHA DA FRATERNIDADE-2004, destaca:

Ø      "Se existe uma escassez progressiva, ela é fruto da depredação causada pela mão humana. O problema da água é mais uma questão de gerenciamento que de escassez".

No Brasil, as preocupações de cientistas e ambientalistas nem sempre são levadas a sério. Afinal, temos mais de 12% da água potável do globo.

Uma riqueza, porém, extremamente mal distribuída: cerca de 80% estão na região amazônica; os 20% restantes se distribuem desigualmente pelo país, atendendo a mais de 90% da população.

Ø      Em 9 regiões metropolitanas, a situação é crítica: os sistemas de abastecimento de água ficam contando com o beneplácito do clima ( torcendo por chuva), para fugir do desabastecimento. Nem sempre conseguem, e a saída, onerosa e tremendamente desgastante, é apelar para o racionamento, tentando evitar o rodízio.

Revertendo a situação

Há décadas, países que já vinham sentindo a escassez de água instituíram instrumentos de gestão para assegurar a integridade dos ecossistemas, com base em três diretrizes:

a) utilizar o caráter indutor da legislação ambiental;

b) alocar recursos dos orçamentos públicos, considerando a água como um valor coletivo; e c) instituir a gestão compartilhada da água.

Ø      Primeiro: atualizaram a legislação, adotando não apenas leis de comando e controle, como a Lei dos Crimes Ambientais, e leis de prevenção, mas também leis que inibam comportamentos indesejáveis e incentivem procedimentos ambientalmente corretos, como é o caso da LEI DE COBRANÇA PELO USO DA ÁGUA.

o        Pela LEI DOS CRIMES AMBIENTAIS, quem polui, despejando nos cursos d’água resíduos ou efluentes com níveis de toxidez que extrapolem os índices máximos permitidos por lei, comete crime e pode ser preso ou ter a empresa fechada.

o        Pela LEI DE COBRANÇA, quem polui, mas dentro dos limites fixados por lei, passa a pagar pelos danos causados. Ou seja, o custo de reverter os estragos causados deixam de ser arcados pela sociedade e passam a ser assumidos por quem os gera, dentro da clara aplicação do princípio poluidor-pagador.

§         É preciso, porém, destacar o caráter direcionador da LEI DE COBRANÇA PELO USO DA ÁGUA:não é um simples instrumento arrecadatório. É um instrumento de gestão. Melhor do que ter os recursos cobrados de quem polui, para investir na reversão da degradação por ele causada, é induzir quem polui a deixar de fazê-lo. Por isso, o mais importante é forçar os poluidores a tratar seu esgoto, para ficarem livres do pagamento da cobrança pelo uso da água. Para tanto, é preciso "internalizar" os custos para os geradores de poluição, cobrando um alto preço pela poluição da água, a fim de que se torne economicamente compensador tratar os esgotos e resíduos, deixando de poluir[4]. Este ponto é chave: se o valor a ser cobrado dos poluidores for menor do que o custo de instalar suas próprias unidades de tratamento, estes agentes degradador não mudarão seu comportamento e vão preferir pagar e continuar poluindo.

§         O item 51 do documento "Água, fonte de vida", da Campanha da Fraternidade-2004, ressalta que se os valores forem baixos, acabam se tornando um direito de "pagar para poluir".  Por outro lado, os itens 48 a 50 do mesmo documento destacam que a cobrança pelo uso da água deve levar em conta o conceito de "vazão insignificante", com preços diferenciados (por volume e por destinação), para facilitar o acesso dos pequenos usuários. Caso contrário, a cobrança estaria provocando o surgimento dos "excluídos da água", o que seria eticamente inaceitável.

Ø      Segundo: a destinação e aplicação de recursos dos orçamentos públicos é indispensável para acelerar as intervenções que possibilitem reverter a degradação das águas.[5] Não é possível realizar todas as obras necessárias somente com recursos advindos da tarifa. Para que isso fosse viável, a água precisaria ficar extremamente cara e seria inacessível aos mais pobres. Água tratada interessa a todos, é uma questão de saúde pública, por isso tem valor coletivo, o que justifica a destinação de recursos públicos, através de empréstimos ou mesmo a fundo perdido.

Ø      Terceiro: garantir a participação dos envolvidos nas decisões, através dos comitês de bacia, instituindo a gestão (e a responsabilidade) compartilhada da água. Os comitês, estruturas partidárias com participação dos representantes da União, dos Estados, dos Municípios e da sociedade civil organizada, têm poder de decisão: determinam quais obras serão prioritariamente realizadas na bacia hidrográfica. Dessa forma, estimulam a descentralização, a participação e a conscientização ambiental.

A aplicação conjunta destas três diretrizes significa mais do que oferecer aos cidadãos condições de participar do gerenciamento da água. Implica adequar um valor que reflita os custos de sua provisão, mas que não deixe de levar em conta, eqüitativamente, as necessidades dos mais pobres e vulneráveis. Significa considerar a água como bem público, incluindo-a no universo de interesse da gestão governamental, não ficando sujeita estritamente às leis de mercado.

O Fórum Alternativo Mundial da Água

Para os Deputados e representantes das ONGs. participantes do 2° Fórum Alternativo Mundial da Água, que acaba de realizar-se  na Suíça, em Genebra, de 17 a 20 de março, é preciso fazer mais.

Ø      Não basta que se considere a água como um direito humano universal inalienável, é preciso que a lei:

o        a) determine, dentre os usos múltiplos da água,a prioridade para o abastecimento da população;

o        b) possibilite de fato a universalização do acesso à água, explicitando subsídios ou mesmo a gratuidade dos primeiros 50 litros consumidos por pessoa/dia.

Ø      Não basta que a legislação consagre a água como um bem público, é necessário tomar medidas efetivas para restringir sua mercantilização, sua caracterização como "commodity", começando por proibir a comercialização dos direitos de uso advindos de outorgas.

Ø      Não basta criticar as privatizações , é preciso mais:

o        a) que a lei proíba expressamente as concessões onerosas , em que o concessionário fica com o direito de fixar as tarifas;

o        b) que se imponham limites à elasticidade das regras das parcerias público-privadas, que privilegiam a proteção dos interesses do setor privado e não a defesa dos usuários-consumidores;

o        c) que se proteste veementemente contra as exigências do Banco Mundial e de bancos regionais, que condicionam a concessão de financiamentos à privatização de sistemas públicos de abastecimento de água.

Ø      Não basta defender os imprescindíveis direitos à educação ambiental e à informação, urge que se institucionalize a adoção de mecanismos permanentes de participação popular, com poder de decisão, segundo a concepção bem sucedida dos comitês e das agências de bacias hidrográficas.

Ø      Por último, não é suficiente que estas medidas propostas sejam facultativamente implantadas pelos países, a seu critério.

o        É indispensável, haja vista a gravidade, relevância e urgência da matéria, que:

§         a) seja votada e implantada uma COVENÇÃO DAS PARTES, atualizada e eficaz, contemplando estes direitos, a qual, aprovada pelos países signatários da ONU, seja transformada em lei internacional;

§         b) seja criado um fundo para alavancar ou suplementar inversões nos países com menor ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO_ IDH;

§         c) seja criada uma autoridade internacional, no mesmo nível da ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO TRABALHO_OIT ou do ALTO COMISSARIADO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA OS DIREITOS HUMANOS_ UCDH, para cuidar especificamente das questões atinentes à prevenção e resolução de conflitos relativos ao acesso à água.

Sem dúvida, estas propostas, aprovadas no FÓRUM DA ÁGUA, constituem um conjunto ambicioso de medidas, todas na mesma direção: antecipar a solução definitiva de uma carência social de conseqüências fatais, já que negar o direito de acesso à água é negar o direito à vida.

Por outro lado, cabe uma ressalva: o direito universal de acesso à água, com o qual todos concordamos, não pode se transformar em alvará para atropelar o direito de cada nação soberanamente decidir sobre suas reservas e sobre a gestão de seus recursos naturais.

De toda forma, as conclusões do 2° FÓRUM ALTERNATIVO MUNDIAL DA ÁGUA demonstram uma crescente percepção e conscientização com relação a este vital problema. Conscientização que é essencial para induzir à organização e à mobilização, capazes de gerar pressão popular suficiente para fazer surgir a "vontade política" (que não nasce por geração espontânea[6]), que fará com que temas ambientais, como é o caso da escassez de água, passem a fazer parte da agenda dos Parlamentos e dos Governos.[7]

[1] Deputado Federal (PSDB/ SP). Foi Secretário Estadual de Recursos Hídricos (gestões Covas e Alckmin) e 1° presidente do 1° comitê de bacias hidrográficas (Piracicaba, Capivari e Jundiaí) implantado no Estado de São Paulo.

[2] Grifo AADF

[3] Idem

[4] Grifo AADF

[5] Idem

[6] E sim por pressão popular… Addendum de AADF

[7] Grifo AADF


 

 


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VOVÔ CAPOEIRA

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Vovô Capoeira
 
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Vovô não brinca em serviço! Entrando na cruz. Sai de baixo!
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Meia-lua de frente cuidadosa… "prá num machucá u mininu!" 
 
ImageSr. Manoel Dantas, avô do Mestre Canelão, é o aluno de capoeira mais idoso do mundo!
Nasceu em 20 de Maio de 1913, no sítio de São Pedro, cidade Jardim de Seridó, sertão do Rio Grande do Norte, Brasil.
Aos 84 anos de idade começou a assistir os treinos e exibições da "família de capoeiristas" do seu neto, Mestre Edmilson "Canelão" e um belo dia, como Totonho de Maré e  tantos outros, começou a entrar na roda e jogar. Sem treinamento especial!
Aprendeu capoeira pelo método intuitivo
Ouviu berimbau
Sentiu o balanço
Entrou na roda e jogou!
 
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"Vovô Capoeira" exibindo  sua habilidade no manejo do berimbau
 
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Vovô Capoeira irradiando juventude aos 85 anos de idade!
Um exemplo do vitalidade
Levanta às 04:00
Trabalha como coletor de caixas usadas até às 10:30
Toma uma cachacinha ao meio-dia
Freqüenta o forró diariamente de 16:00 às 18:00
Recolhe-se aos braços de Morfeu às 19:00
No forró comemorativo dos seus 85 dançou 4 horas seguidas
Inclusive com uma parceira de 90 anos de idade!
Assim é vida dos que vivem na Terra do Sol!
Image
Mestre Edmilson "Canelão" e Manoel "Vovô Capoeira"
Neto e avô unidos pela "Boa Vontade" da "Associação de Capoeira"

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Nasceu em 20 de Maio de 1913, no sítio de São Pedro, cidade Jardim de Seridó, sertão do Rio Grande do Norte, Brasil.
Aos 84 anos de idade começou a assistir os treinos e exibições da "família de capoeiristas" do seu neto, Mestre Edmilson "Canelão" e um belo dia, como Totonho de Maré e  tantos outros, começou a entrar na roda e jogar. Sem treinamento especial!
Aprendeu capoeira pelo método intuitivo
Ouviu berimbau
Sentiu o balanço
Entrou na roda e jogou!
 
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Trabalha como coletor de caixas usadas até às 10:30
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Freqüenta o forró diariamente de 16:00 às 18:00
Recolhe-se aos braços de Morfeu às 19:00
No forró comemorativo dos seus 85 dançou 4 horas seguidas
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Neto e avô unidos pela "Boa Vontade" da "Associação de Capoeira"

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Nasceu em 20 de Maio de 1913, no sítio de São Pedro, cidade Jardim de Seridó, sertão do Rio Grande do Norte, Brasil.
Aos 84 anos de idade começou a assistir os treinos e exibições da "família de capoeiristas" do seu neto, Mestre Edmilson "Canelão" e um belo dia, como Totonho de Maré e  tantos outros, começou a entrar na roda e jogar. Sem treinamento especial!
Aprendeu capoeira pelo método intuitivo
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